10 de ago. de 2013

OBREIROS: CONSAGRA OU NÃO CONSAGRA!!



Quando leio alguma publicação sobre ministério, fico a me perguntar: será que este articulista é pastor de campo? Isto é, dirige um rebanho. Ele conhece de fato, as situações boas ou ruins do ministério. Se tem experiências com o povo. Um pastor-auxiliar, por vezes, não tem experiência de ministério pastoral, de direção de rebanho, de povo. Ou ainda , pode haver um pastor, que é chamado de "pastor de gabinete". Aquele que presta consulta em seu gabinete pastoral, como se médico fosse. Entretanto, não está acostumado com o contato com as ovelhas, com o cheiro e os carrapichos das ovelhas. Acaba o culto, se retira para o seu gabinete, onde recebe dois ou três de sua querência.

Então, quando ouço alguém falando ou postando, umas e outras, como se fosse o último biscoito da lata, a última voz que clama no deserto, eu me pergunto se ele está falando da teoria acadêmica ou da prática de campo?

A questão é a seguinte: ou o pastor ora para consagrar alguém e o consagra efetivamente sem medo, sem qualquer temor, ou não se consagra. Não adianta ficar receioso ou duvidoso se  aquele candidato ao Ministério vais ser bênção ou não, se vai ficar no campo e dar fruto para a denominação ou não. Se o pastor ficar com esse tipo de "neura" ele acaba pirando. Vejamos alguns exemplos:da Bíblia: Jesus orou a noite toda, e mesmo assim teve um Judas em seu Ministério. Moisés ouviu o conselho de Jetro e colocou, depois de consultar ao Senhor, 70 anciãos como maiorais sobre Israel, mesmo assim Datã, Coré e Abirão se insurgiram contra ele no deserto. Paulo separou obreiros para o ministério que ele mesmo denominou de cães ou de maus obreiros. E nomeou, para o nosso conhecimento, alguns deles que foram implacáveis contra seu apostolado: Demas, Himineu e Fileto, e Alexandre "o latoeiro", entre outros. Sem contar com a rixa apostólica entre Paulo e Pedro que não eram pequenas.

Assim, quantos líderes foram alvos da leviandade e ganância de homens infiéis? Por isso a Bíblia diz para confiarmos o ministério, a homens fiéis. Entretanto, ninguém traz estrela na testa e, no primeiro momento, todos são bonzinhos, humildes, um servo. Mas, depois que é separado, logo "mostra as unhas" contra aquele pastor.

Evidente que se pode evitar para que se tenha o mínimo desses maus obreiros no ministério ou na liderança da igreja. Agora, é certo que nunca ficaremos sem os maus obreiros, e ele sempre existirão. A minha palavra é: ore a Deus, confie em Cristo e consagre pois, a separação ao ministério passa a ser uma maldição para aqueles que NÃO se apresentarem bem "APROVADO como obreiro que não tem do que se envergonhar."

Bom seria se tivéssemos no ministério somente Timóteo, Tito, Epafras, Apeles, Urbano. Mas, sinceramente, seria sem graça, insosso. E Paulo sabia disso. Sem contar que há pastores que são verdadeiros déspotas, donos do ministério local.Todos abaixando a cabeça para ele com medo. É próprio dos tiranos e ditadores. No Ministério o tratamento cabível é baseado na honestidade, na sinceridade e na franqueza.

Se, porventura, o pastor tem uma pedra no seu sapato ministerial ou está decepcionado pela ter consagrado uma serpente ou um inútil, ore a Deus, não desanime, fique firme. Certamente, o pastor pode transformar essa pedra de sapato em mais uma pedrinha na sua coroa de glória ou a pedrinha será triturada por Deus, em tempo oportuno, se não acertar os passos. A serpente pode virar um bom peixe e o inútil, se tornar um servo fiel e bom.Amém.

12 de jul. de 2013

Os clamores da rua em um país democrático!



A frase "O Brasil não é um país sério", é tradicionalmente atribuída ao presidente francês Charles De Gaulle. Mas, também é atribuída ao embaixador do Brasil na França, durante uma crise entre os dois países, nos anos 60, que ficou conhecida como a Guerra da Lagosta, com a inabilidade do
governo brasileiro de não saber tratar o assunto. (Wikipédia)

Seja quem foi que proferiu essa frase, fica patente que o Brasil pouco avançou nos últimos 10 anos em sua inação em face de situações conflituosas. E não me refiro a contenciosos internacionais, como agora, temos a questão da espionagem americana em terra brasileira. E nesse contexto, querem enganar a quem... Somos sabedores que desde há muitos o governo norte-americano (EUA) tem observado o mundo, e entrincheirado o Brasil através das fronteiras da cobiçada Amazônia. Por que não dizer, muitos cientistas políticos e analistas econômicos consideram o Brasil como vassalo, outros colônia, outros como refém econômico dos EUA.

Mas, essa matéria de espionagem dos Estados Unidos em terras brasileiras vem, segundo analistas, para tirar o foco dos graves problemas políticos, sociais, econômicos e financeiros que perpassam os nacionais brasileiros e foram alvo dos clamores do povo, nas últimas manifestações. Como disse Jô Soares, era só um espirrar, alguém dizia: Saúde! Era bastante para aparecer outros gritando: Educação, Segurança, melhores Transportes!!!


O Clamor das Ruas atordoaram os governantes brasileiros que estavam “deitados em berço esplêndido” e jamais esperavam por uma reação silenciosa e contagiante. O Governo Federal, principalmente, está completamente estonteado. Medidas estão sendo tomadas, no fragor da batalha, sem sustentabilidade jurídica e política. O povo deu um grito de guerra e assustou políticos e governantes com as pautas vindas de assembleias campais, estampadas em faixas, cartazes, camisas e rostos. A reivindicação era o básico de uma nova democracia: EDUCAÇÃO, SAÚDE, MORADIA, SEGURANÇA, TRANSPORTE DIGNO, EMPREGO, ETC.

Quando se fala em democracia no Brasil, a que se entender toda a história que enfronha o assunto. O Brasil já teve império, ditadura civil e ditadura militar, e República. Mas, a propósito, me pergunto nessas horas por que a denominação institucional do Brasil não é REPUBLICA DEMOCRÁTICA FEDERATIVA DO BRASIL?

Assim, o povo pede uma democracia mais republicana, isto é, o devido respeito com a administração da coisa pública, transparência com os atos de governo e sinceridade na comunicação, sem tapeação!!! O que vemos estampado vergonhosamente, saltando aos nossos olhos: a corrupção, a malversação do dinheiro público, os desmandos administrativos entre outras tantas formas de falta de políticas públicas, tem elevado mais ainda esse status de um país que não é sério. E as empresas privadas prestadoras de serviços para a Administração Pública que, excepcionalmente, se locupletam das vantagens dos serviços e erário públicos.

O Brasil é um país de grandiosas riquezas: econômicas, minerais, territoriais, etc. Falta administração pública, constitucionalmente, eficiente. Claro, que temos muita gente lá dentro que são coerentes e competentes. O jogo político-partidário é o que estraga: as benesses, os atalhos e o toma lá da cá.
E as bolsas-assistenciais. Um renomado cientista político disse, recentemente, em entrevista que os planos assistencialistas do Brasil devem existir no mesmo plano em que o governo deve criar garantia de volta ao mercado de trabalho àquele assistido, sem precisar mais das "bolsas-assistenciais". Ocorre que no Brasil assistencialismo público quer dizer paternalismo, sempre usados pelos caudilhos e ditadores para manter o seu país pobre e necessitado deles, para se perpetuarem no governo.

Certa vez, no início da faculdade, a professora de Direito Administrativo, pediu a classe que fizesse um desenho qualquer de como víamos em nossa mente a Administração Pública. Bem... Fiz dois trens desgovernados, nos mesmos trilhos, prontos a se entrechocarem. Um representando o Povo e outro a Administração Pública. A professora disse que depois das aulas veríamos a AP sob uma nova ótica. Certamente, ela estava certa. Aprendemos muitas coisas sobre a Administração Pública. Contudo, a meu ver, os trens continuam desgovernados...

Concluo dizendo que, como cidadão digo que o Brasil tem jeito! Como diz um hino cristão antigo: “Meu Brasil, grande nação, pátria sublime...” Para isso tem que se mudar o conceito de cidadania. Mudar a consciência do povo na hora do voto, a começar por mim.

Como CIDADÃO DOS CÉUS tenho que ter a consciência de orar pelo meu país e pelos seus governantes, “para que tenhamos dias melhores”. (Pr. Ezequiel da Silva)

17 de mai. de 2013

Quando um crente fica enfermo é por que está em pecado?


“Quando um crente fica enfermo é por que está em pecado”. Esse ensino é anti-bíblico, enganoso e com consequências desastrosas.
Por Ezequiel da Silva
hospitalMe preocupa a intolerância dos crentes em face de doença sobre si ou sobre os outros. Todos nós, enquanto estivermos aqui na terra, estamos sujeitos às enfermidades, doenças, vírus, etc. Mas, isso não significa que os que de nós são afligidos, estão em pecado, ou vida espiritual fracassada, ou que se trata de uma maldição, por assim dizer.Claro que não estão descartados os efeitos da teologia da Queda, estudada na Hamartiologia (Doutrina do Pecado na Teologia Sistemática), basta entender o texto bíblico de Romanos 5.12 em que esclarece a entrada da morte no contexto da vida humana por causa do pecado. É preciso ter bom senso, sobretudo bíblico, para não julgar temerariamente uma pessoa (ou seu familiar) por está passando por uma crise, seja ela no campo físico, emocional ou psicológico. Atribuir a esta pessoa em crise de enfermidades ou doenças que ela está em pecado por estar enfrentando uma doença é, no mínimo, assentar-se na cadeira de juiz e determinar a sentença. E, por outro lado, é desconhecer os desígnios divinos específicos para a pessoa enferma. Aliás, como bons "fariseus", os tais julgadores, só vão descobrir a triste sina, quando a situação recair sobre si ou sobre sua família. Como uma diferença, agora, os tais imploram por misericórdia de Deus e reclamam do descaso dos outros para com a sua dor. Inclusive, que nada cometeram para estarem sofrendo assim! Bom… Como diz o adágio popular: “pimenta nos olhos dos outros é refresco”.Poderia desenvolver uma exegese acurada. Mas, sem querer entrar no âmbito da discussão de textos bíblicos, que parecem ligar o pecado à doença (a maioria dos textos e passagens inteiras, são soltas e isoladas), se faz necessário entender o que Jesus Cristo disse: "no mundo tereis aflições…" (João 16.33). A expressão “aflições” tem a mesma raiz de “tribulação” (thlipsis, gr.). O Senhor não prometeu "mar de rosas" para ninguém que quisesse seguir o Evangelho. Nem as epístolas – a Bíblia como um todo – confirmam que os crentes viveriam em "céu de brigadeiro". Estamos num corpo físico e num plano terrestre, suscetíveis às doenças, aos vírus, às bactérias e diversas enfermidades. É natural que um ser humano (inclusive crentes) seja atingido por uma ou outra. Algumas doenças são temporárias, outras de longo prazo, algumas são enfermidades que até levam à morte. E, então, a morte é o fim para os que servem a Deus? Somos tão fatalistas, que desconhecemos o poder curador e remidor de Cristo? Jesus disse: "Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus" (Mateus 22.29). Será que pregamos uma coisa e vivemos outra? Ora, não é a fé que nos levará a ser curados por Jesus? Mas, a Fé envolve três importantes aspectos: Fé Natural, Fé Salvadora ou Salvífica e Fé como Dom Espiritual.

Levemos em conta também o lado da provação de Deus sobre o crente. O Senhor, às vezes, coloca a nossa fé em prova (como fez com vários personagens da Bíblia). E quantos de nós pecamos, porque blasfemamos contra o Senhor, alegando para Ele a nossa adversidade. Que Ele se esqueceu de nós e assim por diante… Então, vejamos, e se o crente não receber a cura e/ou morrer (ou até um membro de sua família) em consequência de uma doença? É por causa do pecado? Nem sempre! Admitir isso é julgar. E só quem pode julgar vivos e mortos, unicamente, é Deus (2 Timóteo 4.1; 1 Pedro 4.5). Por óbvio, ainda que o crente venha a morrer, e se estiver gozando de saúde espiritual, operou nele a fé salvadora. Deus, em sua soberania, não o permitiu permanecer na terra dos viventes, mas, o elevou ao pódio da glória eterna, através da fé. Paulo, o apóstolo, concluiu “combati o bom combate, acabei a carreira, e guardei a fé” (2 Timóteo 4.7). O problema é que nós não queremos enfrentar a morte. E isso é fato! Então, teólogos pós-modernos criam doutrinas insustentáveis biblicamente, a fim de tentar equacionar o "mistério da fé". Isso não quer dizer que não devemos lutar com as nossas forças humanas para combater a enfermidade. Não está se dizendo que não deva exercer a fé para ser curado. Também, não está se admitindo, que por causa da soberania divina, devo cruzar os braços e aceitar a desdita. Não é assim que a Bíblia ensina. Lembremo-nos que há doenças que são para a glória de Deus.


O foco dessas linhas é advertir ao leitor que não podemos, em hipótese nenhuma, atribuir pecado, maldição ou qualquer outra teologia, sobre quem está enfermo. Se assim fizermos passamos de súditos do Reino, para juízes do Reino. Não seja um "fariseu moderno" disseminando por aí que seu irmão está em pecado por estar enfermo. Mesmo que o fosse, a sua obrigação é a de orar por ele, pois, nesse Reino não há lugar para dois juízes. Só há UM. Leia a Bíblia. Estude-a.

Edição: Searanews (Facebook). +Pr. Paulo Pontes 

23 de abr. de 2013

TERRORISMO DO PÚLPITO E A PREGAÇÃO CONTEMPORÂNEA


TERRORISMO DO PÚLPITO E A PREGAÇÃO CONTEMPORÂNEA
 Por: Pr. Ezequiel Silva
Toda forma de terrorismo é repudiada: político, social, religioso, bélico, extremista, etc. Porém, tem uma forma de terrorismo que está sendo muito usada, por alguns "pregadores" nos púlpitos cristãos, que chamo de TERRORISMO DE PÚLPITO.  O que significa isso? É quando o pregador vocifera do púlpito palavras de ordem, chavões ao seu público que: se ele não fizer isto ou aquilo, estarão sujeitos ao fogo do inferno. Entre outras, por exemplo: “quem não pular ou falar em línguas hoje, neste culto, Deus vai jogar no leito”; “se você não contribuir com R$X, vai ficar doente”, e por aí vai.  É cada absurdo! E o pior: alguns usam o nome de Deus para chancelar a sua vaidade pessoal. 
O Terrorismo de púlpito é inaceitável e igualmente repudiável, pelas seguintes razões: 1) desqualifica o poder salvífico do Evangelho de Cristo (que é "o poder de Deus para salvação de todo que crê" - Romanos 1.16), 2) atemoriza as pessoas que ouvem (Cristo mesmo disse: "a minha paz vos dou [...], não se atemorize." - João14.27), 3) aliena o crente, 4) constrange  o ouvinte e, 5)  envaidece o "pregador".
 Pregadores há que precisam sentar e ouvir alguns anos antes  de sair pregando por aí, travestidos de imitação, “unção”, rouquidão e roupagem de outros pregadores ditos “famosos” e não revestidos do Espírito Santo de Deus. Não que eu seja contra os pregadores novos (deve-se começar cedo). Entretanto, quando comecei a pregar e depois casei-me,  fui diácono, presbítero da igreja, a minha esposa me incentivou a ir com ela para o seminário, e fomos!!... Pregadores há que precisam aprender a pregar primeiro, não só noções de homilética, eloquência e retórica, também  de  educação para falar (tem uns que berram!) e falar  em público, conhecer também, o mínimo do vernáculo  (em nosso caso, a Língua Portuguesa) para depois usar o microfone em público. Não estou excluindo o chamado de Deus. Não! Absolutamente. Contudo, Deus chama a quem ele quer, mas cabe ao pregador saber lidar com as ferramentas a sua disposição: 1) Bíblia, 2) oração, 3) sabedoria, 4) o mínimo necessário de conhecimento teológico. 1) A Bíblia está aí em várias versões, tipos e modelos. 2) A oração deve ser uma prática de comunhão. 3) A sabedoria vem de Deus, a quem se pede ( leia Tiago 1.5) e 4) conhecimento  bíblico e teológico, é indispensável. Como vai pregar o que não conhece. Aí diz o incauto: Mas, Jesus falou para não se preocupar que na hora seria concedido o que falar. Pois é, se conhecesse Bíblia e as disciplinas teológicas: homilética, hermenêutica e exegese, não citava um texto fora do contexto. No texto em questão (Mateus 10.19), Jesus consola os discípulos, no caso deles serem presos por amor do Evangelho, diante do juiz, onde não haverá Bíblia,  estudo  teológico, etc, só oração. Então, naquele momento seria concedido, pelo Espírito de Cristo, o que falar. E o Salmo 81.10..., trata-se de uma poesia relembrando o cativeiro do Egito e falando da obstinação do povo de Israel. O indicativo ali é para se encher da lei de Deus.
 Há que se levar em conta que estamos a pregar o Evangelho para pessoas do Séc.  XXI: pessoas com outras motivações, e que não veem na pregação ou no pregador, um atrativo para aceitar o Evangelho, se não fosse a misericórdia do Senhor. O que se tem visto e ouvido são: Mensagens de persuasão; de autoajuda; de apelo emocional (somente), de triunfalismo  (Deus vai te dar, vai te levantar,  vai tirar do calabouço,etc.). Aí alguém diz: mas o povo quer ouvir isso. Eu digo que não: o povo vai acostumar ouvir o que se prega. Comece a pregar a mensagem de Cruz, ou a palavra doutrinária, edificativa, exortativa e consoladora, com as qualificadoras acima apresentadas, e veja o resultado. AH!  Mas, se não tiver um gritinho, um pulinho, línguas, não está bom. Serei taxado como pregador frio. A experiência tem me mostrado nesses 23 anos de ministério, 14 anos de pastorado, que mesmo nas mensagens evangelísticas ou doutrinárias, a igreja sente a Graça e o Poder de Deus. E quem convence o pecador é o Espírito Santo e não a mera eloquência persuasiva do pregador. Devo dizer (por um dever de consciência) que as mensagens dos púlpitos evangélicos tem melhorado e muito. Jovens, pregadores e pregadoras, tem se esforçado por aprender primeiro.
 A mensagem bíblica contemporânea tem-se mostrado improdutiva, por assim dizer, por alguns motivos: tem-se apresentado o pregador (com roupas e sapatos que mais parecem uma estrela de cinema) e não a Cristo; tem-se trocado a sabedoria bíblica que vem do alto pela sabedoria humana que é “terrena, animal e diabólica" (leia Tiago 3.15);  tem-se preferido a mensagem intelectual a poderosa mensagem bíblica. Poderosa aqui não se traduz em berros e gritaria, e chavões e palavras de ordens.Paulo disse enfaticamente: “A minha palavra, e a minha pregação, não consistiu em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder...” (1Coríntios 2.4). Tem-se  esquecido da mensagem do calvário, a mensagem essencialmente bíblica,  com demonstração de resultado positivo: salvação de vidas, curas divinas, libertação, edificação, vidas consoladas e exortadas. O que se tem trazido para os púlpitos,infelizmente, é comida de má qualidade, arranjos homiléticos, pregações copiadas  de internet, livros, etc. Ou,ainda, a pregação que agrada aos ouvidos. Há muitos, já  se ouvia dizer: “o pregador fala o que Deus quer que ele fale e não o que os outros querem ouvir”. Esta é a visão do autor Dennis F. Quinlaw, do livro “Pregação no Espírito” (Ed. Betânia): “O pregador busca algo além do que a energia humana pode produzir.” – Um pregador da Palavra não pode basear-se na experiência de outros, se quiser pregar com poder; tem que buscar sua própria experiência
A pregação contemporânea precisa mostrar que o Evangelho é novidade de vida, que ser crente não é estar enrolado numa bandeira denominacional. Mas que é uma transformação de vida – da velha para uma nova em Cristo. “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. (2Coríntios  5.17)

(Continua)... Até breve na Santa Paz!




16 de fev. de 2013

Pequena reflexão sobre a renúncia do Papa Bento XVI



BENTO XVI o líder da Igreja Católica Romana anuncia a sua renúncia. 

Conhecido pela sua rigidez dogmática, Joseph Ratzinger, o papa Bento XVI, anunciou sua renúncia ao “trono de São Pedro”. O Vaticano insiste que a decisão do papa não foi gerada por pressões internas. Evidente que é muito cedo para uma análise, mas, o catecismo da ICAR não abre portas para os eventos da vida cotidiana de seus fiéis, que estão fora do seio da igreja por causa de seus problemas sociais, conjugais e até de cunho pessoal. Além da imposição do celibato para os sacerdotes e a enxurrada de denúncias envolvendo o clero: abuso sexual, pedofilia e corrupção. Será que não houve pressão interna. Sim, Bento XVI (pp.) não tem o veio carismático e político que legou o seu antecessor por mais de 20 anos a frente da ICAR, apesar de ser renomado doutor em Teologia e consagrado afirmador da doutrina da fé católica, afinal, foi o prefeito da Congregação da Fé do Vaticano.

Mas... Qual será o perfil do novo papa? Moderado? Conservador? Liberal? Muito embora a Santa Sé não confirme doença específica, mas a alegação da renúncia é de preservação da saúde do papa Bento XVI.

Destarte, fico a pensar com meus botões sobre a atitude do sumo pontífice em relação ao poder. E quantos dos nossos líderes evangélicos deveriam ter passado o cajado há muito tempo, contudo, preferem ficar no poder até serem carregados pela alça do caixão a ver a igreja avançar por outro líder. Renunciar não é um descalabro, é uma atitude digna, sempre entendendo que a Igreja tem um Dono - Jesus Cristo. 

Por enquanto é isso, volto ao assunto com mais profundidade, no que diz respeito a reflexão sobre a nossa forma de liderança. 

Na Santa Paz de Cristo.

Veja também:

http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=2174828463554366051#editor/target=post;postID=2908947859964693269

23 de jan. de 2013

A POLÍTICA NAUSEANTE DO SISTEMA ECLESIÁSTICO


A POLÍTICA NAUSEANTE DO SISTEMA ECLESIÁSTICO.



Vamos combinar: o sistema político-eleitoral das convenções ou dos concílios eclesiásticos, está se tornando nauseante, principalmente, no que tange a escolha da liderança eclesiástica maior, seja em nível regional ou nacional. Em todas as representações denominacionais evangélicas há graves problemas nos itens: gestão administrativa e fome de poder. Evidente que cada convenção ou concílio tem o seu sistema para eleição do presidente e da mesa diretora e forma de governo estatutário. Bem... Parafraseando o Divino Mestre: onde reside o poder ali está o coração do homem. 

Fico me perguntando, o que pessoas que se dizem despenseiros de Deus, independente da denominação, não fazem para se manterem no poder, assentados na cadeira do meio ou a cátedra mais alta das mesas diretoras de convenções e concílios. E os acordos, os conchavos, os encontros, as fachadas fraudulentas, as gestões administrativo-financeiras mascaradas e os escândalos que surgem em decorrência da malversação do erário eclesiástico. Já dizia o filósofo: "dê o poder ao homem e saberás quem é este homem!" A situação é caótica; tudo por causa de status e manejo financeiro. 

Não quero dizer com isso, que o sistema do sacro colégio cardinalício romano não tem, também, as suas graves dificuldades. É claro que existem os acordos, os conchavos, o desejo do poder! Afinal assentar-se no “trono de Pedro” é governar praticamente o mundo. 

O Conclave Católico se reúne no Vaticano a portas fechadas (o último, em 2005, com pouco mais de 160 cardeais votantes). Os cardeais são mantidos em total isolamento do mundo exterior: não podem usar telefone, internet, receber jornais, ver televisão, etc. Contudo, certamente que entre eles, há uma costura política, para a indicação do Sumo Pontífice. Mesmo que haja uma pausa para orações para a eleição. Além das fontes informativas católicas, a leitura do livro “As Sandálias do Pescador”, de Morris Westt dá uma ideia geral dos bastidores do Conclave.

Entre as convenções e concílios evangélicos, salvo raríssimas exceções, a campanha eleitoral em nada difere da partidária secular e, às vezes, com tons mais venenosos, a ponto de se atacar a moral e a dignidade dos candidatos para que, a qualquer custo e não importa como, o candidato A ou B chegue ao pódio do poder eclesiástico. Chegam às raias da falta do respeito humano, sem dizer o espiritual, isto é, são pares que se digladiam, ferindo princípios e noções do sacerdócio bíblico eclesiástico e da ética ministerial, afrontando franca e deliberadamente a unção espiritual que está sobre todos os ministros do Evangelho participantes. Infelizmente, a situação não fica só entre os candidatos, contaminam também, correligionários, simpatizantes e partidários. Ah... Sem contar os "santinhos", "profetinhas", bottons e bandeiras; cabos, sargentos e até coronéis eleitorais. É notoriamente execrável. Mas, o pior mesmo, é o coronelismo hereditário. como se fosse terras de café, fazendas de gado. As coisas perderam o rumo. O trem desgovernou faz tempo.

Pensar que isso vai mudar é utopia; faz parte da história do poder. A menos que, mude a mentalidade dos ministros mais novos, E estes sejam comprometidos com o Reino de Deus, busque-o em oração com um coração contrito, que sejam desvencilhados do cordão umbilical do sistema nepotista e coronelista religioso evangélico.

Sobretudo, que os novos ministros que estão chegando devolvam a glória que é somente de Cristo Jesus e sejam tementes ao Rei e Senhor do Reino Eterno. E que tenham também, um desejo ardente pela proclamação do Evangelho no País e no mundo. Pois, com toda sinceridade, não é assim que está ocorrendo; não é assim que os “velhos caciques” já empoeirados e entenebrecidos pelo status quo do poder, estão procedendo, atualmente. Entretanto, para isso, os novos ministros chegantes, precisam colocar o “nome na praça”, serem corajosos, audaciosos, intimoratos, sem arrogância e pretensões espúrias. 

O sistema político eclesiástico está bem longe daquilo que lemos sobre os apóstolos de Cristo no livro de Atos, quando do primeiro concílio em Jerusalém: "Pareceu bem ao Espírito Santo e a nós…" E, ao final, uma oração elevada aos Céus, pela certeza de que foi feita a VONTADE de Deus. É o que penso. Oremos, pois irmãos!

2 de nov. de 2012

DIA DE FINADOS - Algumas observações.

DIA DE FINADOS - Algumas observações.

O que dizer do "dia de finados" ou "dia del muertos" (América latina). Com todo respeito aos parentes e à memória dos entes queridos que faleceram (eu mesmo tenho queridos mortos), mas é histórico o engodo da religião em querer colocar marcas em terreno que já foi definido biblicamente. 

Uma religião que se diz cristã e bíblica jamais venderia (e literalmente) uma ideia falsa e equivocada sobre àqueles que faleceram, a fim de conseguirem algum ganho, através de paga de orações, rezas e indulgências. A Bíblia Sagrada é uma só (Versões variadas) mas é uma só. Se numa ou noutra versão, seus tradutores e ensinadores subtrairam ou acrescentaram, do manuscrito fiel, alguma coisa, esses tais encontrarão o severo juízo de Deus (Ap 22.18 - "Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro")

Algumas passagens sobre o que diz a Bíblia sobre os mortos:

"Porque na morte não há lembrança de ti; no sepulcro quem te louvará?" Salmo 6.5 - Os mortos não prestam cultos à Deus, nem dele se lembram e tampouco o louvam.

Sendo Deus Soberano, Criador e Doador de toda boa dádiva ao gênero humano. Pelo seu eterno poder "Deus não é de mortos, mas sim é Deus de vivos." E Jesus destacou: "Por isso vós errais muito." Mc 12.27. E mais, nas palavras paulinas: "Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino!" - 2Timóteo 4.1

Nada mais se pode fazer por aqueles que já faleceram, por mais que uma religião imponha tal tradição. Quem é maior a Bíblia ou a Tradição? Cristo ou a Religião?? Veja o que é dito sobre os mortos: "E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo." Hebreus 9.27. Morreu segue-se o juízo, onde vamos prestar conta de tudo que fizemos aqui na terra enquanto vivos. Morto não volta, morto não fala, morto não aparece. Tais mortos aguardam a ressurreição para a vida eterna ou para a perdição eterna. Veja Daniel 12. 2,3: "E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno. Os entendidos, pois, resplandecerão, como o resplendor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça refulgirão como as estrelas sempre e eternamente." E ainda confirmado por Jesus: João 5.27,28e29: "E deu-lhe [a Cristo] o poder de exercer o juízo, porque é o Filho do Homem. Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida, e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação."

O Juízo Final (chamado de Trono branco) é onde ocorrerá tal julgamento: "E vi os mortos, grandes e pequenos, em pé diante do trono; e abriram-se uns livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida; e os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras." Apocalipse 20.12

Ora, se estamos aqui nessa Terra não é sem propósito, para depois que morrer acabar tudo, como pensam os filósofos. Temos uma faculdade espiritual (alma e espírito) que prestarão contas de seus atos terrenos. O corpo é só um invólucro dessa parte imaterial ou espiritual. O segredo é o que descreve o autor do Apocalipse 14.13: "E ouvi uma voz do céu, que me dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os sigam." Porque para Deus: "Preciosa é aos olhos do SENHOR a morte dos seus santos." Salmos 116.15. 

Assim quanto aqueles que estão vivos, recomenda a Bíblia:
Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra, nem indústria, nem ciência, nem sabedoria alguma. Eclesiastes 9.10

MEUS PROFUNDOS SENTIMENTOS A TODOS QUE CHORAM A MORTE DOS SEUS ENTES QUERIDOS!

6 de out. de 2012

Siga o seu coração!?


Siga o seu coração!?



Tenho me preocupado, ultimamente, com frases postadas por muitos nas redes sociais com as palavras: "SIGA O SEU CORAÇÃO". Ora, a Bíblia Sagrada é clara em afirmar que "enganoso é o coração… Quem o conhecerá” (Jeremias 17.9). Então, há que se entender que, quem segue o próprio coração, pode estar seguindo por um caminho equivocado: "há caminho, que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte." (Provérbios 16.25). Do ponto de vista bíblico o coração do homem deve ser guardado para as saídas da vida que lembra-nos as fontes d'água, neste caso as fontes da vida, i.é, onde a vida se propaga.
As saídas do coração, na mente, são os nossos pensamentos, ideologias, bondade, malignidade, etc. "Sobretudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as saídas da vida." (Provérbios 4.23). Uma coisa é sentir espiritualmente aquilo que vem de Deus, através de profetas sob o crivo e somente sob o crivo da própria Bíblia, outra coisa são as impressões internas do coração. Lembra-se que o coração é simplesmente um músculo, porém tem o significado judaico-cristão de âmago, da alma, da mente do homem, o centro diretivo das ações do homem. Mas, logicamente, o coração apenas responde a impetuosidades dos pensamentos da mente.
As impressões advindas do âmago, alma ou mente humana podem estar eivadas de enganos, equívocos, erros que, quando em vez, não tem como consertar, tamanho o estrago feito em diversas áreas da vida. Só o homem espiritual consegue discernir entre o divino e as impressões do coração. O famoso Albert Einstein disse um dia: – "[...] não é o poder explosivo de uma bomba de grande potência que nos assusta, mas o poder maligno do coração humano."
O Iluminismo e o Humanismo do séc XV a XIX, descrendo da Fé e da Igreja, trouxeram uma perspectiva voltada para a teoria de que o homem está no centro de todas as coisas, o antropocentrismo, "o homem ser o centro do pensamento filosófico", excluindo a ideia de "Deus no centro do pensamento filosófico". Tal teoria era diversa do ensinamento bíblico medieval, que aniquilava o homem comum, porém "exaltava" Deus e o Clero (este quase que no mesmo patamar de divindade – se não fosse acima do próprio Deus). Com isso, o homem afastado de Deus e dos princípios bíblicos procurava atender as demandas e necessidades do coração, seguindo o que a intuição mandava. O problema é que a maioria das vezes dava com "os burros n'água".
O Evangelho contemporâneo associa a razão com a devoção, ensinando que Deus não interfere no livre-arbítrio (livre-agência) do homem. Contudo, traz a responsabilidade e consequências dos atos praticados para o próprio homem. Assim, como equacionar essa situação? A palavra que sempre foi rechaçada pelo Humanismo – FÉ. Como a fé desenvolve-se neste contexto, ou seja, de realizar seguindo ou não o coração? Simples, e simultaneamente complexo quando se vê pela ótica do racional-devocional. Explico: primeiramente, entender que Deus deve está no centro da vontade humana e que dá liberdade de escolhas ao homem. Compreender que Deus está no controle de todas as coisas. Persistir em colocar na mão de Deus todas as coisas e o deixar assumir o controle de sua vida, escolhas e vontade. Isso não implica cruzar os braços e pronto… Apertei o botão de comando e Deus faz tudo. Não é assim que funciona, não é mágica, é a fé em ação. Enquanto, colocamos Deus na frente de nossos projetos, trabalhemos, façamos a nossa parte. Sem deixar de buscá-lo em oração e meditação da Palavra. Considerar que Deus não é obrigado a fazer o que você quer. E sim aquilo que está na vontade dEle. Entender que os pensamentos de Deus não são os nossos pensamentos e nem os caminhos de Deus são os nossos caminhos no dizer do profeta Isaías 55.8,9. Perceber que se fizéssemos sem a orientação do Senhor a probabilidade de erros seriam maiores, como grandes as consequências. É o que acontecem com aqueles subestimam o poder de agir de Deus, e se colocam à Sua frente e fazem o que acham que está certo, seguindo o seu coração. Os bens da vida são bons, porém, "onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração". (Mateus 6.21) Este princípio bíblico vale para tudo.
Concluindo, Deus não é egoísta que não quer que ninguém seja feliz, ou não realize os sonhos, os projetos. Ao contrário, Ele mesmo inspira o salmista a escrever: "Deleita-te também no Senhor, e ele te concederá o que deseja o teu coração." (Salmo 37.4). Então cuidado em seguir o seu coração. Siga a vontade do Senhor mostrada na Bíblia Sagrada e seja feliz. 
Medite: "Não se desvie para os seus caminhos, o teu coração, e não andes perdido nas suas veredas" [Pv 7.25]
"A solicitude no coração do homem o abate, mas uma boa palavra o alegra". [Pv 12.25]

"[...] pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca." (Mt 12.34b)

É isso!!!

escrito por Pr. Ezequiel da Silva

Bacharel em Teologia,Bacharel em Direito, Conferencista, Educador Cristão e Pregador do Evangelho. Pastor, líder da AD-Central em Cachoeiro de Itapemirim-ES. Diretor e Professor do SEMEC – Seminário Evangélico Mensagem da Cruz. Diretor e Professor do SETEADEC – Seminário Teológico Evangélico da Assembléia de Deus Central

ELEIÇÕES. Reflita sobre isso.


ELEIÇÕES. Reflita sobre isso.





Como formador de opinião, sinto-me na responsabilidade de me dirigir a todos os evangélicos, aos leitores do Seara News em geral, para expressar minha opinião sobre as ELEIÇÕES. O que vou falar aqui, claro, tem as suas exceções, reservadas as proporções, considerações, observações, ponto e vírgula, vírgula, etc.
Estamos na semana da democracia quando, no próximo domingo, dia 07 de outubro, o povo brasileiro estará indo às urnas eleitorais para escolher os seus representantes da municipalidade: Prefeito e Vereador. É tempo de reflexão no que diz respeito à SAGA DA CORRUPÇÃO nas suas mais diversas formas, principalmente, em tempo de Eleições gerais ou municipais.
Por muitos anos, os evangélicos, regra geral, foram considerados como "massa de manobra", "povinho de quinta", "farelo do fundo do saco". Nas Eleições os candidatos se aproximavam (e ainda se aproximam) das igrejas, com o intuito de fazer acordos, muitos destes espúrios e desonestos, com os líderes das igrejas que se deixavam envolver pelas falsas promessas ou por benefícios dados diretamente ao líder. O líder ou por esperteza ou por inocência (ficaremos com o benefício da dúvida…) lançava o candidato à tira-colas e o levava a presença dos santos em suas reuniões de adoração. O camarada profano, quase sempre tinha saído de um lugar profano e em chegando ao culto ao Senhor, era chamado a se assentar nos sagrados (deveria ser!) púlpitos das igrejas evangélicas. Um lugar em que deveriam assentar-se Ministros consagrados do Senhor, lugar de se trazer a revelação da Santa Palavra do Evangelho, torna-se um lugar promíscuo. Eu não diria um covil de bandidos e salteadores (iiiiihhh, falei. Pronto). O Espírito de Cristo que é santo está se revolvendo-se no trono em asco, ojeriza, nojo e profunda ira por conta da profanação que se faz ao santuário e ao seu santo púlpito.
E pior, ao apresentar o candidato, o líder só faltava colocá-lo ao lado direito de Jesus no céu, sendo contemplado por querubins e "anjinhos". Isto, para não falar que quase sempre, o líder apresentava, em dias diferentes, três ou quatro candidatos como sendo "o seu candidato e da igreja", incentivando num discurso inflamado para os irmãos votarem naquele candidato do dia, pois ele tinha ajudado a igreja. Pasmem! Tais líderes nunca discursaram ou pregaram tão efusivamente para ganhar vidas para Cristo. Hipócritas! Não sabem esses líderes que, ao saírem do culto, tais candidatos voltam para suas rodinhas profanas, zombando da Noiva do Cordeiro e daquele que deveria portar-se como sacerdote do Deus altíssimo e que, neste ato, está em falha diante do Senhor. Oh não! Deus está a punir adultérios e outros pecados "cabeludos", dizem. Mentiras e corrupção, não! Até aonde se percebe, na farra da corrupção, há corruptores e corruptos. Estes são presas da teia da corrupção. Aqueles estão à espreita de achar o primeiro "trouxa" (desculpe-me, é o que eles acham de nós!) que aparecer, pedindo um caminhão de brita, telhas, um milheiro de lajota, etc., para "ajudar" na construção do templo. A corrupção não é só "dinheiro na cueca", malas de dólares. Ela está também circundando os púlpitos, pervertendo as mentes incautas dos líderes.
Cadê a tão pregada fé, crer no invisível, a prosperidade; será que Deus não é mais dono do ouro e da prata? Bem… Deixemos isso, por enquanto.
Hoje, este quadro, graças a Deus, está sendo, aos poucos, revertido. Uma nova safra de líderes e membros, comprometidos com o Reino, se erguem contra tais acordos e não se quedam à negociatas. As igrejas evangélicas, em sua maioria, estão mais politizadas, com uma membresia mais racional, aculturada. A postura da igreja, atualmente mudou, não é mais influenciada pelo juízo alheio.
O Culto é sagrado, é divino, é para o Senhor, para Sua única e exclusiva adoração. Se o candidato, servo de Cristo, for convidado para se fazer presente que seja recebido como servo de Cristo, inclusive se oficial for. Se o candidato não for servo de Cristo que seja recebido também com honra, como ordena a Bíblia, mas, não é necessário levá-lo para o púlpito; ele pode ficar, à frente em lugar reservado, junto aos demais irmãos. Procure conhecer as propostas do candidato e ao final do culto, o líder faz menção das reais pretensões, e que as propostas daquele candidato estão à disposição de todos para serem apreciadas, sem induzir a igreja a votar neste ou naquele candidato.
Irmão e irmã, não negociem a sua consciência e o seu voto. Vote consciente! Não por uma lajota, um saco de cimento, ou um benefício aqui ou ali. Se faz necessário, vir a proposta do candidato se esta: traz benefícios para a população? É coerente com a Bíblia? Satisfaz a coletividade?
O que dizer do cristão evangélico na política partidária. É imprescindível e urgente. Temos que ter representantes crentes, compromissados com a ética bíblica para servir a comunidade; e não compactuar com acordos mesquinhos, beneficiando a igreja local ou setorial. O candidato do Executivo ou do Legislativo (Parlamento) uma vez eleito, no exercício de seu mandato, não pode usar de suas prerrogativas só para ajudar a igreja. O povo evangélico está inserido no contexto social (polis) em que o político trabalha (ou devia) em prol de todos e para todos (princípios basilares da democracia). Aristóteles, em sua famosa obra "A Política" define o cidadão a partir do direito de voto: "Portanto, o que constitui propriamente o cidadão, sua qualidade verdadeiramente característica, é o direito de voto e de participação no exercício do poder público em sua pátria".
Todavia, se o crente desviar a sua conduta ética, moral e cristã quer no Parlamento quer no Executivo, deve ser disciplinado pela igreja. Eu vou um pouco além (meu pensamento!) se um pastor-presidente, apóstolo ou bispo se candidatar, deve deixar compulsoriamente a administração direta da igreja que preside, podendo retornar se não for eleito ou quando terminar o mandato. Desculpe-me quem pensa diferente, mas, a meu ver, água e óleo não se misturam. A política e Igreja estão equidistantes anos-luz, institucionalmente. E todos sabem disso.
Tem outra coisa: é inadmissível, inaceitável que profetas ou profetisas do Senhor (quando o são) emprestam a suas bocas para profetizarem, em nome de Deus, a vitória desse ou daquele candidato. Absolutamente. Não brinque com o Espírito de Deus e com o dom que há em ti, PROFETA. Ora, convenhamos: se existe uma eleição com voto secreto, que depende da vontade do povo, porque Deus vai interferir, nesse caso, no processo humano para agradar uns e aborrecer outros. Se fosse assim não precisava de eleições com voto secreto, era só subir "Betel" que o profeta falaria – estás eleito, assim diz o Senhor. Profeta ou Pitonisa??!?? Creio sim, no controle universal de Deus em todas as coisas prevalecendo a Sua santa, perfeita e agradável vontade. Pare de bobice ou devaneios interesseiros, pois, "horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo." (Hb 10.31).
Contudo, para conhecer a vontade de Deus, neste caso específico das eleições no Brasil e nos países democráticos, o povo tem que ir às urnas, em uns países o voto é obrigatório (como no casso do Brasil) e em outros não. O Brasil não é um país teocrático e, sim, uma nação democrática e laica (onde o Estado não tem uma Religião definida); e cá prá nós, Deus respeita isso!! Nem Israel é mais uma teocracia (ainda que creiam no Deus vivo – Deus de Abraão, Isaque e Jacó). Israel é uma nação parlamentarista, desde 1948, através do Knesset judaico. E Deus respeita isso!
Agora, companheiro Ministro do Senhor, nunca, jamais, se envolva ou envolva a igreja de Cristo em corrupção, escândalos, vantagens e outras mazelas que aparecem nestes tempos eleitorais. O líder e o rebanho são de Cristo e é ELE quem cuida de sua Igreja.
Concluindo, não peço desculpas pela forma franca com que abordo o assunto, olhando para mim mesmo, pois estou sujeito a falhas, sendo imperfeito como sou. Cumpra o seu dever como cidadão desta terra, sabendo que somos cidadãos dos céus, herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo. # Fica a dica. #
Ezequiel Silva é pastor, teólogo, bacharel em Direito e articulista.
escrito por Pr. Ezequiel da Silva
Pr. Ezequiel da Silva
Bacharel em Teologia, Conferencista, Educador Cristão e Pregador do Evangelho. Pastor, líder da AD-Central em Cachoeiro de Itapemirim-ES. Diretor e Professor do SEMEC – Seminário Evangélico Mensagem da Cruz. Diretor e Professor do SETEADEC – Seminário Teológico Evangélico da Assembléia de Deus Central

3 de set. de 2012

MORRE O REVERENDO (ops!!) MOON


Chega ao fim a polêmica vida do sul-coreano Sun Myung Moon, conhecido mundialmente como "Reverendo" (hein??) Moon, morreu aos 92 anos. 

Passaria despercebido se não fosse ele fundador mundial da Igreja da Unificação. A igreja do Rev. Moon realizava os casamentos coletivos. Só em 2002 cerca de 3.500 casais se casaram sob as bênçãos de Moon, em Seul, entre pessoas que nem se conheciam. 

Moon se auto-proclamava, o Messias, e chegou a realizar um mega encontro, em Montevidéo, no Uruguai, entre líderes de todas as religiões, infelizmente, também alguns líderes evangélicos, tudo bancado pela sua milionária rede financeira, para ouvi-lo, proclamá-lo e emprestar irrestrito apoio ao reverendo. 

Menos um anticristo no mundo! "Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo também agora muitos se têm feito anticristos; por onde conhecemos que é já a última hora." 1João 2.18;

"Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho." 1João 2.22;

"Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo." 2João 1.7.

Mais um grande líder religioso morre, resta agora para ele o Juízo Divino: "E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez vindo depois disso o juízo" Hebreus 9.27.

mas... ALELUIA!!!
SÓ JESUS CRISTO MORREU E RESSUSCITOU, COM MUITAS E INFALÍVEIS PROVAS.

Moon
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4 de jul. de 2012

ÉTICA VERSUS EDUCAÇÃO


ÉTICA VERSUS EDUCAÇÃO (Pr. Ezequiel da Silva)

"Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele." Provérbios 22.6

Ética, em resumo, é o conjunto de normas que regem o comportamento e a conduta humanos, baseado no caráter do homem. Tem gente que confunde ética com educação. No sentido de boas maneiras, em geral, diz-se daquela pessoa que é bem-educada. Os valores definidos pela Ética (Ethos) são as simples perguntas para as coisas da vida: QUERO? POSSO? DEVO? Nem tudo o que quero, posso ter ou fazer. As coisas que posso nem tudo devo ter ou fazer. Aquilo que devo fazer não posso ou não quero ter ou fazer. Regra simples com base na assertiva paulina: "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma." (1Co 6.12). Como os valores humanos estão invertidos, no mundo secularizado e a verdade é relativa, as pessoas estão se acostumando a viver num mundo sem ética, i.e, sem caráter e em nome da tal liberdade, fazem-se o que quer e vivem como desejam.

Logo, a sensação de utilização das boas maneiras (Étiquette, Fr.) vai se esvaindo do conceito humano, por exemplo: gentilezas, cumprimentos de bom dia, boa tarde, boa noite, por favor, obrigado, abraços fraternos. Estas coisas vem de berço, a família é quem deve que implantar nos filhos tais costumes, tendo os pais como exemplo. Hoje, se foi o conceito de se pedir a bênção do pai ou da mãe. A garotada "embrutecida"pelos valores desconexos da sociedade atual, da correria de seus pais, do diálogo digital, quando sai de casa diz: FFUUUIII... E quando retorna ao lar-doce-lar, manda um: CCHEGUUEEIII,  e logo se enrosca no PC para um bate-papo com a galera das redes sociais. À noite cai rapidamente e os jovens falam:

_ vamos cair na curtição: baladas, forrós, altas doses de ingestão de bebidas alcoólica (alguns chegam ao coma alcoólico), drogas, sexo, ficar... A propósito o termo é "pegação" (antes era ficar).

Contudo, tanto a ética quanto as boas maneiras (mores) estão sendo negligenciadas pela família, que por consequência transfere para a Escola ou Igreja a responsabilidade de educar o caráter da moçada. Entretanto, o Estado é falho na educação básica e mesmo com todos os esforços dos profissionais, existe um limite, uma linha tênue entre querer e poder. Foi o tempo em a escola tinha inserida em seu plano de curso disciplinas de civismo, estudo religioso, orientação para a vida, moral e cívica, etc. Hoje, pelo contrário, a escola adota se quiser e a maioria não tem. Por sua vez, a igreja (num contexto genérico) procura aplicar o bom caráter, a ideia de boa convivência, os valores positivos, os altos ideais materiais, físicos e sobretudo espirituais através das EBD's, das EBF's, nos retiros, nos encontros e outros eventos de caráter didático.

Mas, ninguém pode tirar da família o direito de instrução e correção (orientação para a vida e disciplina justa); como dizia os antigos “pé de galinha nunca matou pintinho”. A Bíblia diz ensina a criança o CAMINHO em que deve andar... CAMINHO no contexto hebraico, não era só o espiritual, também social, educacional, cultural. Os pais deveriam ensinar aos seus filhos o bom caráter, ser um homem trabalhador, responsável, querer possuir as coisas pelos meios lícitos, às filhas a educação de uma boa esposa, boa mãe, honesta, responsável igualmente, trabalhadora, etc. Além de aplicar valores espirituais, cuja centelha está acesa desde a eternidade no coração do ser humano. (Ec 3.11)

A falta dessa instrução tem sido a derrocada de muitos lares. Tem levado à separação de pais, tem conduzido à filhos se tornando pais solteiros prematuros, à filhas se tornando mães solteiras na tenra idade da adolescência ou inicio da juventude. Namoros que, "se não for no quarto não serve." E isso com a condescendência dos pais. Quando saí a noite com o (a) namorado (a) não se impõe limites nem da parte dos pais nem da parte dos pombinhos. Ah, são jovens..., dizem os pais, é assim mesmo...

Em tudo isso, percebo que continuamos como os "três macaquinhos": nada vejo, nada falo e nada ouço. É o nosso indiferentismo diante do quadro. Mais ainda, é a nossa fraqueza de ter cedido mais do que devia. Não ter puxado a corda na hora certa. E continuamos com a nossa sina adâmica de transferir a responsabilidade (Gn 3.12) e não assumir o nosso papel. 

Não é preciso de leis para dirigir a família, é preciso de família que cumpre a lei moral (a Ética ou melhor a Ética Bíblica). Quando cumprirmos a lei moral seremos melhor educados, teremos boas maneiras e trilharemos um caminho sobremodo excelente!

19 de mai. de 2012

Família

 Ebner (filho) Trompetista
 Meu Aniversário Maio 2012
 Mais magro
Missª Elizabete Correa

Memética

MEMES


       Quando uma coisa torna um modismo exacerbado eu já fico com o pé atrás, principalmente quando vejo cristãos se enfronhando nesses modismos. Como educador, formador de opinião e pastor tenho o dever de pesquisar e depois ensinar e não sair dando "orelhadas" por aí.
          Bom, me refiro ao tal dos MEMES = menor partícula da memória, como gene para genética. 
         Memética é a teoria científica de Richard Dawkins, conhecido ATEU e ANTICRISTÃO confesso, que em resumo diz-se da transmissão do pensamento humano de cérebro em cérebro, como se fosse um vírus. Assim, para Dawkins, a religião é um vírus que passa de mente para mente, assim como um Software interliga-se a memória de um PC. 
        Segundo o Ateu em tela, religião e Deus são delírios. Dawkins é combatido por Alister McGrath, em "O deus de Dawkins", lançado pela editora Vida Nova. OBS: 
         Ambos são doutores e professores na Universidade de Oxford, na Inglaterra. 
                                                                         McGrath é presidente do Centro de Oxford de apologética cristã. Então, tenhamos o cuidado para não estarmos divulgando conteúdos contrários a fé cristã, além do que os bichos são bem feios. 
     
SE ALGUÉM TEM MAIORES INFORMAÇÕES E QUEIRA ACRESCENTAR OU COMPARTILHAR, FIQUEM A VONTADE.

13 de abr. de 2012

AMOR, O PONTO DE EQUILIBRIO DOS DONS


ESSA  MENSAGEM É DURA, MAS, É O QUE SINTO.
FALTA ALGUMA COISA
Ampliado e revisado

O Espírito Santo inspirou o Apóstolo Paulo a escrever o "Capítulo do Amor", 1Coríntios 13 entre o cap. 12 que trata da qualificação dos dons espirituais e o capítulo 14 da mesma epístola que trata sobre o uso dos dons espirituais na igreja, exatamente porque o Amor "DEVERIA" ser o EQUILÍBRIO dos dons espirituais. Pela falta de amor é que muitos profetas e visionários destroem vidas, acabam casamento, arranjam casamento sem propósito divino, quer envergonhar outros na frente da igreja, chama para si o estrelismo do ofício de profeta diz assim: - Vem cá irmão, o Senhor manda te dizer para você não se consertar e por ai vai. (é claro que tem exceções) Falta o amor. Mas também falta:


1º) Os Pastores e líderes que tragam ao povo ensinamentos específicos sobre a doutrina bíblica e parar com baboseiras sem apoio bíblico. Tudo, sem extinguir a ação do Espírito Santo, sem desprezar a profecia vinda dos céus e nem o profeta, deixar o Espírito Santo ter liberdade.

2º) Os Crentes se despertarem para um avivamento bíblico e retornar aos princípios dos cultos de ensino e a EBD. Ao invés de ir atrás desses profetas e casas de oração (aliás, Jesus disse: "a minha CASA será chamada Casa de Oração). E o tal do "reteté". (palavra duvidosa e extra bíblica) O Reteté está sendo para os pentecostais (com exceção) o que os G12 foi para os irmãos "tradicionais" (reservadas as devidas exceções). Quem tem conhecimento sabe foi uma ruína: divisões, contendas, exclusões, etc. (escrevi depois do original, para explicar o argumento)

3º) A igreja viver o verdadeiro Cristianismo sem ter do que se envergonhar. 


4º) Para o céu não vai caloteiro, passador de cheque sem fundo, compra e não paga, criticador dos irmãos, fofoqueiro (a), contendeiro, "passando a perna nos outros", criador de problemas seja na igreja ou no setor que trabalha. Politicagem dentro da igreja, vendendo-se votos das ovelhas por um punhado de dinheiro, brita, lajota, etc. Dando mal testemunho por onde passa, tomando "umas e outras" com os amigos, em adultério ou fornicação. Usando as REDES SOCIAIS para postar fotos ou falar algo que nem os ímpios falariam. Alguns acham que tais pecados como outros "menores", Deus não leva em conta. Estás enganado, O QUE O HOMEM SEMEAR, ISSO TAMBÉM CEIFARÁ.

Aqueles que usam roupas decentes ou terno e gravata (bons costumes) e fazem todas essas coisas, se não se consertarem com Deus e com os irmãos, sofreram a sentença: PARA TRÁS DE MIM [...] PARA O FOGO ETERNO [...], POIS EU NÃO VOS CONHEÇO!

Quem tem ouvidos ouça... A IRA DE DEUS SE ACENDE E O JUÍZO COMEÇA PELA CASA DE DEUS.


Compartilhada por:
PrArnaldo Cunha – AD – ministério da Colheita em Cachoeiro de Itapemirim-ES
Essas palavras denotam uma realidade. Diante de nós a igreja do Senhor, esta tudo isso e um pouco mais, porem sabemos que desde muito tempo Deus vem usando seus profetas para chamar a atenção do povo para Si, no entanto parece que o Dia do Arrebatamento é algo abstrato, fictício, sem razão ou algo assim, mas vai acontecer e só aqueles que perseverarem até o fim usufruirão deste momento impar na terra. Concluo dizendo que me sinto alegre e fortificado para ministra como o tenho feito, minha luta é tambem esta pastor Ezequiel Silva, ensinar o povo a Bíblia Sagrada, conte comigo, estamos juntos. Abraços. (Ezequiel 3:17) - Filho do homem: Eu te dei por atalaia sobre a casa de Israel; e tu da minha boca ouvirás a palavra e avisá-los-ás da minha parte.

Publicada na Revista Online Seara News.  Pr. Paulo Pontes – AD – ministério Jesus é a Resposta  em Vila Velha-ES



JESUS VEM BREVE!